Dai a Paes o que é de… Cesar?

By pjresende

Cesar Maia encerra seu polêmico período de gestão da cidade do Rio de Janeiro de um modo melancólico e, no mínimo, “exótico”.

Já exonerou a dirigente da Previ-Rio em meio a suspeitas de uma transação que incluía a compra, por parte da instituição, de títulos municipais para equilibrar as finanças. Fez, com celeridade inusitada, um processo de licitação para mudar a estrutura dos estacionamentos rotativos (o que resultou em trocas de tapas em diversas ruas do Rio).

Agora, inicia um movimento que, se concluído, vai tercerizar os parques da cidade. Como, se nem todos têm infraestrutura básica?

Cesar Maia, talvez, esteja vivendo um fabuloso afã de arrumar a cada para Eduardo Paes. Ou, numa outra perspectiva, pode estar empenhado em “tapar os buracos” de seus mandatos, em especial para evitar punições basedas no descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.

A questão aqui não é julgá-lo, mas propor uma reflexão: em tempos de fim de mandato, de mudança política, é cabível implementar essas e outras propostas?

Será que Cesar Maia sabe dos planos de Paes para o Rio? Ele pode estar em franca aceleração do processo de transição.

Ou não.

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